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Contratações temporárias devem crescer 10% no final de ano

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percentage-1924521_pramit_marattha_PixabayO aumento da demanda de produção na indústria e de vendas no comércio com a proximidade das compras sazonais de Dia das Crianças, Natal e Ano Novo já movimenta o mercado de contratação temporária em todo o país. Dados da Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário) e Caixa Econômica Federal apontam que neste ano deve ocorrer um crescimento de 10% se comparado ao último quadrimestre de 2017.
A projeção de alta é influenciada, principalmente, pelas contratações na indústria – em especial as do segmento farmacêutico, alimentar, químico e agroindustrial.

A estimativa da entidade é que 434.429 postos de trabalho temporário sejam ofertados entre setembro e dezembro de 2018, ante 394.935 empregos originados no mesmo período de 2017. O Natal é a principal data para o comércio, seguida do Dia das Mães e Páscoa. O pico de contratações no comércio acontece em novembro.

O número previsto fica ainda mais representativo se comparado ao total de vagas de 2016, quando foram geradas 355.322 oportunidades. Nesse caso, a alta sobe para 22%, mas ainda longe de alcançar o montante registrado no fim de 2014, quando 490.435 pessoas retornaram ao mercado de trabalho, antes da crise econômica se intensificar e deixar um histórico de desemprego, estagnação da economia e baixo poder de consumo.

RANKING POR ESTADOS
Entre os estados com mais postos de trabalho temporário para o período, São Paulo lidera o ranking concentrando 67,27% das vagas estimadas para o fim do ano, ou seja, 292.230 mil vagas, ante 265.664 registradas em 2017.

Na sequência, aparece o Paraná, com 7,41% dos postos de trabalho, (32.172). Depois, o Rio de Janeiro, que deve ofertar 25.597 novas vagas, o que representa 5,89% no total previsto para o país.

O estado do Amazonas aparece com 19.212 mil postos, contribuindo com 4,42% no total e, por fim, Minas Gerais, que deve criar 16.330 vagas temporárias com 3,76% na divisão total. Todos eles registraram aumento em comparação com o mesmo período de 2017.