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Gestores de pessoas são felizes no trabalho, diz levantamento

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Apesar da fase difícil que o país atravessa – de crise econômica e quebra de confiança nas lideranças políticas – é possível ser feliz no trabalho. É o que afirmaram profissionais da área de RH e Gestão de Pessoas de diversos segmentos de negócio em um levantamento feito, em agosto, na capital paulista, durante o CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, um dos maiores e mais importantes eventos de gestão de pessoas do mundo, promovido pela ABRH-Brasil.

Mais de 310 profissionais foram ouvidos pela agência Oribá Soluções Criativas, que aproveitou sua presença na Expo ABRH, feira de negócios simultânea ao congresso, para questionar um público que não só precisa gerenciar a felicidade das equipes, como, também, buscar a sua própria felicidade no ambiente corporativo. Os resultados foram alentadores.

A maioria esmagadora afirmou ser feliz (94,24%) e ter uma boa relação com seu líder ou gestor (94,84%); 80,30% disseram que não precisam mudar de emprego para ter felicidade no trabalho. Eles também estão valorizando mais a qualidade de vida do que o salário – 84, 54% contra menos de 12% das escolhas, respectivamente.

“Muita coisa mudou na forma com que nos relacionamos com o trabalho. Isso quer dizer que estamos mais empenhados em dar ao trabalho o espaço que ele merece em nossas vidas, fazendo com que seja algo prazeroso e desafiador. Isso com certeza gera felicidade”, avalia Leila Ferraz, sócia da Oribá.

O otimismo também predomina no grupo entrevistado: para 79% dos profissionais ouvidos, o ano de 2018 promete ser de retomada econômica.