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Novo emprego é desejo para 78% dos brasileiros em 2019

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Ter mais qualidade de vida e fazer um novo curso profissional também estão na lista

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Perder peso, comprar casa própria e evoluir profissionalmente são alguns dos itens mais presentes nas tradicionais listas de desejo de ano novo, mas, segundo um levantamento realizado pela Catho com mais de 5 mil pessoas, mudar de emprego é a prioridade da maioria dos brasileiros em 2019. De acordo com os dados, 78% das pessoas estão realmente em busca de um novo emprego. O segundo desejo, com somente 27%, é ter mais qualidade de vida.

Considerando que a chave para realização das promessas está atrelada à empregabilidade, outras metas também se apoiam no desejo pelo o novo emprego, dentre elas: 17% desejam começar um novo curso profissionalizante, 16% querem começar a se exercitar, 14% estudar um novo idioma e 8% investir em viagens.

Para Luana Marley, assessora de Carreira da Catho, fica claro que com a chegada do ano novo as pessoas se sentem mais encorajadas a tomarem algumas decisões. “A maior dificuldade encontrada é manter o estímulo ao longo dos meses. Para isso, é necessário que esse profissional esteja sempre mantendo a chama acesa. Mesmo sem certezas, a busca por novas oportunidades de trabalho, por meio do envio de currículos, deve ser contínua. Diante de uma boa oportunidade, a chance dele se encorajar é muito maior”, afirma.

Dentre os impedimentos para a realização dos projetos, 58% afirmam que atribui o insucesso das metas ao fato de não possuir um emprego, enquanto 37% à falta de dinheiro. Inclusive, ganhar mais também foi observado como um dos desejos dos brasileiros, uma vez que o dinheiro é um dos bens indispensáveis para boa parte das promessas.

Diferentemente do cenário de desemprego, para aqueles profissionais empregados, as maiores barreiras para trocar de emprego está atrelada ao medo. Segundo dados da Catho, 38% atribuem à grande concorrência do mercado, enquanto 22% não sentem que têm um currículo competitivo; 13% têm receio de perder a estabilidade e 11% realmente têm medo de arriscar.

Foto: Geralt/Pixabay