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Segundo pesquisa, 90% dos diretores de RH do Brasil se equivocam na contratação

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De acordo com pesquisa da Robert Half, 90% dos diretores de RH do Brasil já contrataram colaboradores que não atenderam suas expectativas, ante 75% da média mundial. A pesquisa, realizada em novembro passado, considerou a opinião de 1.675 executivos de 12 países, sendo 100 brasileiros.

O estudo aponta ainda os três principais impactos de uma seleção equivocada no país: perda de produtividade (de acordo com 51% dos entrevistados); perda de moral (28%); e prejuízo financeiro (17%). Além disso, 43% dos executivos brasileiros questionados creditam até 5% do turnover da empresa a um erro de contratação e outros 30% acreditam que, em decorrência dessa má escolha, a taxa de rotatividade fica entre 6% e 10%.

A sugestão da consultoria é que o colaborador, seja líder ou não, encare os 90 dias de experiência como um período dividido em três grandes etapas a serem vencidas. E que esse período seja considerado tanto por recém-contratados, quanto por antigos funcionários que passam pelo processo de promoção:

1º mês – Ideal para que o colaborador conheça a estrutura da nova empresa, seus reports, pares e sua equipe, além de entender o histórico das principais ações sob sua responsabilidade, os objetivos gerais para o ano e os específicos de seu departamento. Enturmar-se com os novos colegas também é importante.

2º mês – Comece a trabalhar em projetos de curto prazo. É importante ter pequenas vitórias logo no início e, para isso, a dica é fazer o que for mais fácil primeiro. Nessa fase, aconselha-se que o colaborador tenha cuidado para não se comprometer em excesso, pois quem não consegue entregar o que promete, acumula pontos negativos.

3º– Este é o momento de consolidar e trilhar o próprio caminho. Sem descuidar do relacionamento interpessoal, o colaborador deve deixar claro seu estilo de trabalho. É hora de fincar bandeira na posição que ocupa, confirmando ao empregador que a contratação foi mais que acertada