3 DE JUNHO – DIA DO PROFISSIONAL DE RH: PESQUISA TRAZ BOAS E MÁS NOTÍCIAS PARA QUEM ATUA NA ÁREA

3 DE JUNHO – DIA DO PROFISSIONAL DE RH: PESQUISA TRAZ BOAS E MÁS NOTÍCIAS PARA QUEM ATUA NA ÁREA

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No dia 3 de junho, quando é comemorado o Dia do Profissional de RH, a ABRH-Brasil e a Umanni, especializada em tecnologias para a área de Recursos Humanos, divulgam os resultados da pesquisa O Cenário do RH no Brasil. O estudo apresenta uma visão do cenário em que o setor estava posicionado em 2018. Para tanto, foram ouvidas 1.528 pessoas.

Entre as boas notícias, o levantamento mostra que hoje na maioria das empresas – 65,2% – o RH se reporta diretamente à presidência, seguida pela seguido pela área Financeira, mas com um percentual bem inferior (15,7%), como mostra o gráfico abaixo. O número mostra um RH cada vez mais estratégico e no centro dos negócios, um conector entre a alta liderança e os demais funcionários, o que lhe permite atuar para que todos estejam alinhados e compreendam onde a empresa quer chegar.

Ainda sobre os resultados mais otimistas, os pesquisados foram questionados se acreditam que o RH da sua empresa tem participação ativa na definição e implementação da estratégia da sua organização.

Em uma escala de 1 a 5, 51% deram notas 4 e 5, ou seja, avaliam que o RH tem sim participação ativa.

LÍDERES DESPREPARADOS
Entretanto, do lado oposto, a avaliação dos líderes das organizações avaliadas deu o alerta que, de fato, existe hoje um déficit nas lideranças. Ao serem questionados se acreditam no preparo dos líderes para lidar com os desafios da gestão de pessoas, 72% deram notas 1,2 e 3 (em uma escala de 1 a 5), resultado (gráfico a seguir).

Resultado que, para a coordenadora da pesquisa e diretora da ABRH-Brasil, Lia Aere, pode justificar, entre as prioridades de 2019 nas áreas de RH, o desenvolvimento da liderança (57%). “Isso já demonstra um movimento das equipes de gestão de pessoas para reverter esse cenário negativo”, pontua.

AVALIAÇÃO INJUSTA
Também chamou a atenção que uma maioria expressiva a entende que o modelo de avaliação de performance adotado pela empresa não avalia os colaboradores de forma justa e transparente, tampouco incentiva o desempenho profissional: em uma escala de 1 a 5, 69% deram notas 1,2 e 3 para a pergunta (gráfico abaixo).

De acordo com a coordenadora da pesquisa, o resultado é considerado um ponto de atenção, que mostra a necessidade de melhoria de modelos atuais para estímulos dos colaboradores.

Para ter acesso completo à pesquisa, clique aqui.

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